A forma como as pessoas buscam informações está mudando, e isso tem o potencial de ajudá-las a se orientar em um cenário televisivo cada vez mais fragmentado. Sem os dados certos, no entanto, a inteligência artificial (IA) simplesmente reforçará as percepções já existentes: não é possível confiar nela.
Agora que a IA está incorporada a muitas outras ferramentas que as pessoas utilizam para buscar informações, seu uso e adoção estão crescendo rapidamente. As percepções negativas dos consumidores, no entanto, constituem um grande obstáculo à adoção da IA como fonte independente de informações confiáveis, especialmente em setores especializados.
- Pesquisa de 2026 sobre o uso da IA generativa, realizada pela Gracenote
No cenário diversificado do entretenimento, a IA tem o potencial de melhorar drasticamente o processo de descoberta de conteúdo, especialmente para os 22% dos americanos que afirmam desligar a TV quando não conseguem encontrar algo para assistir. Os consumidores reconhecem o potencial da IA, mas concordam unanimemente que resultados melhores são fundamentais para melhorar a percepção e a confiança.
O ceticismo generalizado em relação à IA ressalta a importância de conectar os modelos de linguagem de grande escala (LLMs) a dados verificados do mundo real, a fim de construir confiança e concretizar o potencial das experiências de entretenimento da próxima geração.



Os LLMs desempenharão um papel fundamental na descoberta de conteúdo, mas estratégias de IA bem-sucedidas não serão construídas apenas com modelos maiores.
Sem a devida base (grounding), as respostas dos LLMs sobre episódios de TV geralmente estarão incorretas.
Os LLMs têm o poder de aliviar a frustração crescente com a descoberta de conteúdo, mas não se fornecerem maus resultados.
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