O setor de streaming de vídeo continua a alcançar novos marcos, já que “CODA” se tornou recentemente o primeiro filme produzido por um serviço de streaming a ganhar o Oscar de Melhor Filme — uma mudança significativa em relação ao início do streaming: uma alternativa online ao aluguel de DVDs pelo correio.
Embora CODA esteja disponível na Apple TV+ desde agosto passado, sua presença poderia facilmente ter passado despercebida (pelo menos até recentemente) simplesmente devido à grande quantidade de outros conteúdos disponíveis — e que recebem uma divulgação muito mais intensa. Conforme detalhado no relatório“State of Play”d Nielsen, o público tem mais de 817 miltítulosde programas exclusivos¹à sua disposição, entre a TV tradicional e os serviços de streaming. Isso representa um aumento de 18% em relação aos pouco mais de 646 mil registrados no final de 2019.
Embora muitos programas constituam a base do universo televisivo tradicional, um número cada vez maior está sendo produzido para serviços de streaming, e o público está adorando. Em uma semana comum, o público dos EUA assiste a quase 170 bilhões de minutos de conteúdo de vídeo em streaming. Esse número representa um aumento em relação aos pouco mais de 143 bilhõesregistrados há umano2.
Além da confirmação do aumento do tempo dedicado ao streaming, os americanos demonstram uma admiração avassaladora por seus serviços de streaming. Notavelmente,uma pesquisarecentesobre consumidores de mídia de streamingrealizada pela Nielsenrevelou que apenas um em cada 20 entrevistados tem uma percepção negativa sobre suas experiências com streaming. Além disso, 93% afirmam que planejam aumentar o número de serviços de streaming pagos ou não fazer nenhuma alteração em seus planos atuais ao longo do próximo ano.
Acompanhando as mudanças no comportamento dos consumidores, as empresas de mídia estão cada vez mais adotando uma mentalidade que prioriza o streaming, e o número de serviços disponíveis continua a crescer para atender à demanda do público. Em meio ao número crescente de plataformas — que,segundo algumasestimativas, ultrapassa 200 —, os consumidores estão se sentindo sobrecarregados. De fato, 46% dos espectadores afirmam que está mais difícil encontrar o conteúdo que desejam assistir devido ao excesso de serviços disponíveis.
Depois que o público faz login em um serviço, é fundamental facilitar a localização de conteúdos que eles vão adorar. Afinal, o público dos EUA passa, em média, 4 horas e 49minutos³assistindo à TV (ao vivo, gravada ou em CTV) todos os dias, e as plataformas querem que esse tempo seja dedicado ao engajamento — e não à navegação aleatória. A aplicação devideo descriptors hiperdetalhadas aos catálogos de conteúdo pode ajudar nesse sentido, pois elas sintetizam os enredos e o contexto que compõem a essência de uma série ou filme. Esses dados possibilitam caminhos de descoberta mais sutis e oferecem recomendações de programas novas e relevantes, alinhadas aos gostos individuais e ao histórico de visualização do espectador.
Além das recomendações e sugestões, as plataformas de streaming têm a vantagem de serem visuais, e a descoberta de conteúdo também pode ser visual. No mundo do streaming, o carrossel de vídeos é a vitrine. Os visitantes não estão acessando a plataforma para ler. Eles estão acessando em busca de experiências visuais. E é aí que imagens personalizadas podem aprimorar a apresentação visual de uma plataforma. Quando uma plataforma usa imagens diferentes para atrair públicos distintos, o carrossel de vídeos rapidamente se torna uma vitrine personalizada que eleva a experiência do cliente.
O cenário atual do streaming é um verdadeiro tesouro de opções para os consumidores, e o volume de conteúdo continua a crescer. O público determinará o futuro desse cenário, e a indústria da mídia pode ajudar os consumidores em suas jornadas de consumo de mídia, utilizando dados para garantir que eles nunca se percam pelo caminho.
Para obter mais informações, baixe nosso relatório“State of Play”.
*Este artigo foi publicado originalmente no site www.nielsen.com.
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